Como já disse um sábio escritor deste mesmo modesto blog, a unica obrigatoriedade que encontramos nesse simpático espaço, é a obrigatoriedade de chegar a tempo de pegar a cerveja ainda gelada...
Tin-Tin (Não me venham dizer que Tin-Tin em Japonês é pinto)
William Biagioli
20 Anos
Profissão: Moderador de Debates sobre as consequências dos Brócolis na saúde de Cabras e como elas podem ter influenciado na derrocada do Império Romano
terça-feira, 18 de março de 2008
A Obrigatoriedade
Aqui vai a lista de livros obrigatórios que os futuros candidatos são "instigados" a ler, eis ela (a lista):
Auto da Barca do Inferno (Gil Vicente);
Memórias de um Sargento de Milícias (Manuel Antônio de Almeida);
Iracema (José de Alencar);
Dom Casmurro (Machado de Assis);
A Cidade e as Serras (Eça de Queirós);
Vidas Secas (Graciliano Ramos);
A Rosa do Povo (Carlos Drummond de Andrade);
Poemas Completos (Alberto Caeiro - heterônimo de Fernando Pessoa);
Sagarana (João Guimarães Rosa).
Toquem os violinos, o barco começa a afundar.
Parabéns, tudo o que vocês vão conseguir é mais um time de idiotas que odeia ler livros.
No fundo no fundo é exatamente isso que vai acontecer. Não que eu esteja sendo pessimista, mas é só analisar a coisa friamente. Vamos lá.
Primeiro: O Sujeito malemá tem tempo pra estudar a caralhada de coisas que ele precisa para fazer o maldito vestibular. E veja lá, nem vamos discutir o vestibular ou não, só o fato de não ter vaga pra todo mundo e você ter que degladiar com outros estudantes por ela, já é uma senhora dor de cabeça que merece um texto por si só. Voltando. E diante dessa imensa falta de tempo, o que ele faz??? Apela para o bom e velho resumo da obra, que tem a mesopotâmica missão de resumir a essência do livro. Ótimo. Deve ser exatamente isso que os simpáticos magistrandos esperam de seus pupilos.
Segundo: Claramente é uma coisa no mínimo muito errada, como diz um grande amigo meu, o China, "Aí é chutar o balde!" Oras bolas, se eles exigem que sejam lidos os nove livros, por que raios não fazer uma prova inteira em cima dos livros? Afinal de contas, muita gente nem lê por que sabe que pode ser que eles (Os Fuvestões e Unicampeões) questionem os senhores candidatos sobre no máximo dois ou três livros, em no máximo 5 questões. Oras, se são uma centena delas,(questões) e você contar com cinco fora, sobram 95. Além de ser cinco a menos para preencher no gabarito. Ainda é gabarito que chama? O sujeito não precisa ler os livros. Afinal de contas é mais fácil se preocupar com o que realmente vai fazer ele passar no vestibular. Os livros deveriam abrir vossas mentes para o mundo, e no entando acabaram virando questõzinhas de vestibular que pouca gente da bola. As grandes obras de Graciliano Ramos, Machadão e Eça viraram A,B,C,D e E.
Terceiro e pior: Impondo dessa maneira o sujeito passa a ter uma raiva desses livros. Eu sei por que eu já estive lá e odiava isso. Não é criado o gosto no sujeito. Vamos lá. Imagine você no primeiro ano do colegial, tendo que ler o simpático livro Vidas Secas de Graciliano Ramos. Primeiro pensamento: "Tomei no Cu" Mas é claro, o livro tem sabe-se lá quantas páginas e conta o sofrimento filho da puta que uma família de retirantes passa para cair fora do lugar onde estão em busca de um lugar melhor. O jovem que ta no primeiro colegial, ou no segundo ou no terceiro não quer ser obrigado a ler o livro, ou pior, ele não quer que alguém chegue pra ele e diga: "Viu, você precisa se preparar para o futuro, se não você vai ficar para trás" ele quer é mais que quem diz isso vá tomar um belo banho na soda. Fato é que ser obrigado não é a solução. Afinal de contas eu duvido que o simpático Graciliano tivesse a pretensão de que seu livro fosse virar tema de uma provinha ai que estimulasse a competição entre jovens. Ele queria que seu livro fosse lido, e não estudado. Apenas Lido. Falo isso com propriedade, Graciliano pintou aqui pra tomar uma cervejinha comigo.
Enfim, o ponto final é de que esses livros deveriam ser lidos ao longo da vida por todos, secas ou não. Nossa literatura deveria ser lida por nós, por prazer, por vontade de ler, por simples prazer a nossa cultura, e no entanto é deixada de lado, na prateleira, por livros de auto-ajuda, quem mexeu no meu queijo? o monge e o buda e essas merda que fazem o velho estilo de literatura "viva eu e foda-se vocês". Fato é que essas listas distanciam nós da nossa cultura, nos afastam do que é nosso, e deixam cada vez mais difícil de ser quebrado, e viva esse discurso reacionário que eu fiz. Discurso Reacionário que tem por essência a libertação dessas amarras, e talvez um pouco de rancor por que eu não consegui passar nem na USP e nem na Unicamp.
P.S: Talvez no dicionário dos Neologismos, de Guimarães Rosa, pudesse pintar um tal de Vestibulando, que é o sujeito que aos poucos vai emburrecendo. E eu fui um deles.
Auto da Barca do Inferno (Gil Vicente);
Memórias de um Sargento de Milícias (Manuel Antônio de Almeida);
Iracema (José de Alencar);
Dom Casmurro (Machado de Assis);
A Cidade e as Serras (Eça de Queirós);
Vidas Secas (Graciliano Ramos);
A Rosa do Povo (Carlos Drummond de Andrade);
Poemas Completos (Alberto Caeiro - heterônimo de Fernando Pessoa);
Sagarana (João Guimarães Rosa).
Toquem os violinos, o barco começa a afundar.
Parabéns, tudo o que vocês vão conseguir é mais um time de idiotas que odeia ler livros.
No fundo no fundo é exatamente isso que vai acontecer. Não que eu esteja sendo pessimista, mas é só analisar a coisa friamente. Vamos lá.
Primeiro: O Sujeito malemá tem tempo pra estudar a caralhada de coisas que ele precisa para fazer o maldito vestibular. E veja lá, nem vamos discutir o vestibular ou não, só o fato de não ter vaga pra todo mundo e você ter que degladiar com outros estudantes por ela, já é uma senhora dor de cabeça que merece um texto por si só. Voltando. E diante dessa imensa falta de tempo, o que ele faz??? Apela para o bom e velho resumo da obra, que tem a mesopotâmica missão de resumir a essência do livro. Ótimo. Deve ser exatamente isso que os simpáticos magistrandos esperam de seus pupilos.
Segundo: Claramente é uma coisa no mínimo muito errada, como diz um grande amigo meu, o China, "Aí é chutar o balde!" Oras bolas, se eles exigem que sejam lidos os nove livros, por que raios não fazer uma prova inteira em cima dos livros? Afinal de contas, muita gente nem lê por que sabe que pode ser que eles (Os Fuvestões e Unicampeões) questionem os senhores candidatos sobre no máximo dois ou três livros, em no máximo 5 questões. Oras, se são uma centena delas,(questões) e você contar com cinco fora, sobram 95. Além de ser cinco a menos para preencher no gabarito. Ainda é gabarito que chama? O sujeito não precisa ler os livros. Afinal de contas é mais fácil se preocupar com o que realmente vai fazer ele passar no vestibular. Os livros deveriam abrir vossas mentes para o mundo, e no entando acabaram virando questõzinhas de vestibular que pouca gente da bola. As grandes obras de Graciliano Ramos, Machadão e Eça viraram A,B,C,D e E.
Terceiro e pior: Impondo dessa maneira o sujeito passa a ter uma raiva desses livros. Eu sei por que eu já estive lá e odiava isso. Não é criado o gosto no sujeito. Vamos lá. Imagine você no primeiro ano do colegial, tendo que ler o simpático livro Vidas Secas de Graciliano Ramos. Primeiro pensamento: "Tomei no Cu" Mas é claro, o livro tem sabe-se lá quantas páginas e conta o sofrimento filho da puta que uma família de retirantes passa para cair fora do lugar onde estão em busca de um lugar melhor. O jovem que ta no primeiro colegial, ou no segundo ou no terceiro não quer ser obrigado a ler o livro, ou pior, ele não quer que alguém chegue pra ele e diga: "Viu, você precisa se preparar para o futuro, se não você vai ficar para trás" ele quer é mais que quem diz isso vá tomar um belo banho na soda. Fato é que ser obrigado não é a solução. Afinal de contas eu duvido que o simpático Graciliano tivesse a pretensão de que seu livro fosse virar tema de uma provinha ai que estimulasse a competição entre jovens. Ele queria que seu livro fosse lido, e não estudado. Apenas Lido. Falo isso com propriedade, Graciliano pintou aqui pra tomar uma cervejinha comigo.
Enfim, o ponto final é de que esses livros deveriam ser lidos ao longo da vida por todos, secas ou não. Nossa literatura deveria ser lida por nós, por prazer, por vontade de ler, por simples prazer a nossa cultura, e no entanto é deixada de lado, na prateleira, por livros de auto-ajuda, quem mexeu no meu queijo? o monge e o buda e essas merda que fazem o velho estilo de literatura "viva eu e foda-se vocês". Fato é que essas listas distanciam nós da nossa cultura, nos afastam do que é nosso, e deixam cada vez mais difícil de ser quebrado, e viva esse discurso reacionário que eu fiz. Discurso Reacionário que tem por essência a libertação dessas amarras, e talvez um pouco de rancor por que eu não consegui passar nem na USP e nem na Unicamp.
P.S: Talvez no dicionário dos Neologismos, de Guimarães Rosa, pudesse pintar um tal de Vestibulando, que é o sujeito que aos poucos vai emburrecendo. E eu fui um deles.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Não sei.
Talvez ele seja um garoto que gosta de se masturbar...
E, talvez, ela seja uma cleptomaniaca.
Nao sei.
Todos são esquisitos
Tem manias
Medos
Desejos
(mau)Humor
Pensamentos
Sentimentos
Vontades
VERDADES....
....talvez ele seja apenas um garoto que gosta de se masturbar...
e, talvez, ela seja uma cleptomaníaca.
Por Tassiana Ghorayeb Resende - começando a acabar com os pudores de palavras, sentidos e pensamentos
E, talvez, ela seja uma cleptomaniaca.
Nao sei.
Todos são esquisitos
Tem manias
Medos
Desejos
(mau)Humor
Pensamentos
Sentimentos
Vontades
VERDADES....
....talvez ele seja apenas um garoto que gosta de se masturbar...
e, talvez, ela seja uma cleptomaníaca.
Por Tassiana Ghorayeb Resende - começando a acabar com os pudores de palavras, sentidos e pensamentos
sábado, 15 de março de 2008
Os Devaneios De Um Barril Quase Vazio (2)
Eu não limito minha vida a fazer apenas as coisas possíveis. Espero que me entenda, mas não é muito comum me encontrar em outras pessoas. Sobre sentimentos eu entendo. ‘Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo’, mas que Drummond me perdoe, o mundo que se dane, o que calha para mim sou eu e mais um conjunto limitado de pessoas as quais eu simpaticamente apelidei de amigos – num gesto de ternura ou numa atitude desesperada para fugir da solidão, tanto faz – que correspondem ao meu mundo. À vida, um brinde! Seja lá qual for o motivo, sempre há um ou dois. Nas estantes há vários livros, e para quem os vê eles são apenas isso mesmo, livros. Mas para quem passou boa parte dos últimos anos infiltrado nesse universo imaginário eles são bem mais que folhas de papel. Eles são as historias que eu posso viver, se eu quiser, e se for possível, ou não.
É engraçado. Às vezes eu me pego escrevendo coisas sobre mim, como se alguém um dia fosse se importar com meus pensamentos vagos. Mas pelo sim pelo não eu sempre continuo, às vezes mais rápido, às vezes mais devagar, às vezes parado, se isso for possível, ou não. O importante, na verdade, é chegar à tempo de pegar a cerveja ainda gelada.
Ricardo Schneider
É engraçado. Às vezes eu me pego escrevendo coisas sobre mim, como se alguém um dia fosse se importar com meus pensamentos vagos. Mas pelo sim pelo não eu sempre continuo, às vezes mais rápido, às vezes mais devagar, às vezes parado, se isso for possível, ou não. O importante, na verdade, é chegar à tempo de pegar a cerveja ainda gelada.
Ricardo Schneider
quinta-feira, 13 de março de 2008
(Sem Assunto)
Hoje choveu pacas. E são paulo parou. Não sei se só pelo motivo de ter chovido pacas. Ou se são paulo anda parando mesmo. E na verdade eu não me importo. Eu ando. Mas hoje em dia andar tem sido difícil também, razão tinha O grande Tim Maia, ele e seus bauretes sabiam de tudo. Eu sei que ando devendo textos, prometo recuperar o tempo, mas vamos devagar que é pra não machucar beleza?
Falou
P.s: A avó do senhor Bruno Allucci, homem por trás do blog Direto do Forno, fez o melhor almoço dessa semana na cidade que não anda.
William Biagioli
Falou
P.s: A avó do senhor Bruno Allucci, homem por trás do blog Direto do Forno, fez o melhor almoço dessa semana na cidade que não anda.
William Biagioli
domingo, 9 de março de 2008
Os Devaneios De Um Barril Quase Vazio
É irremediável como um beijo. Às vezes você se pega pensando coisas estranhas. E não se surpreende com isso. Passava das dez da manhã. Foda-se a chuva e o jazz rouco de mr. King Cole. Eu quero agora o topo, o céu, o limite. Mas nada dava certo após as dez da manhã, e os telefones tocavam sem parar. Ouvir as pessoas só me fez querer explodir meu cérebro. A ignorância às vezes é uma boa saída, embora seja uma doença fatal. Sorrir nem pensar. O HD esquenta sem parar e minhas mãos ficam quentes, muito quentes, enquanto os e-mails são respondidos com pressa. Poderia viajar num coquetel de imagens e sons, mas prefiro a realidade crua e, se possível, nua, servida com fritas e cerveja gelada, num prato de porcelana, com vista para o mar. Não há cura para o tempo. E o tempo é uma doença. Sim, uma doença fatal, que te mata, uma hora ou outra ele te mata, a não ser que a morte chegue antes. É isso, a única saída é a morte. Ou o próprio tempo. Quantos gols foram desperdiçados? O caminho é longo até o topo, e não há bancos nem mirantes no meio do caminho. Há apenas o próprio caminho, e pegar atalhos pode fazer a distância entre o início e o fim ficar cada vez maior. A cada passo, uma imagem que não se repete. A cada passo, uma historia que não volta. A cada passo, uma vingança contra o tempo. Pois se o tempo não para, o jeito é andar junto com ele. Quanto mais rápido, melhor. Mas andar para onde, se não possuímos um manual de instrução para a vida, nem um mapa para as realizações? Andar para frente. Seja lá para onde quer que se vá, que se ande para frente. Só mesmo o tempo pode dizer se estamos indo pelo caminho certo. O mesmo tempo que nos mata aos poucos, nos eleva ao topo. Qual a fronteira entre o certo e o errado? Entre o sim e o não? Entre o bom e o ruim, o bem e o mal? Quem nos responderá senão o tempo? E quem nos faz perder tento tempo quanto o tempo? É irremediável. Como um beijo que não se dá, e se perde por toda a eternidade no tempo. Eu quero o céu e o som, um beijo e um chicabon, quero você e eu, quero nós dois, e quero tempo para tudo, embora tudo só venha com o tempo, embora tudo só venha com você aqui ao meu lado, e então tudo isso será a verdade, com som e imagem.
Ricardo Schneider
Ricardo Schneider
segunda-feira, 3 de março de 2008
MAIS UMA HISTÓRIA
Hoje o William me disse que eu utilizei o espaço do blog para falar de coisas particulares - que o Jaguardioes é um Blog idoneo* e tal...
(pausa)
Definição de IDONEO:
1. idôneo
adj. Conveniente, próprio para alguma coisa. Capaz de exercer atos civis e políticos. Apto, capaz; adequado.
O profissional idôneo, correto, honesto, que conduz sua vida e seu trabalho dentro dos princípios legais e éticos, tem a seu favor a consideração, o apreço, a admiração e a confiança das pessoas.
(volta)
Tudo bem, concordo com ele, mas poooo William, se eu não colocasse para fora o que está aqui no meu coração e na minha cabeça, SOBRE O QUE PODERIA ESCREVER?
Entende? Entendem?
Espero que nada daquilo tenha prejudicado esse blog, tao querido, tao astuto, tao SINGULAR.
Agora assim... Aconteceu no sábado.
- Bom dia, vó. A senhora ja foi na feira hoje?
- Ainda não.
- Vamos? Eu vou com você!
Nossa, foi uma alegria para a senhora de 70 anos: passear na feira com a minha neta!!!!!
-Ta precisando de muita coisa, vó?
- Não, hoje é rapidinho, Só vou comprar bananas.
Tamanha a felicidade de sua avozinha, que as bananas, se tornaram tomates, pepinos, abacaxi, mamao, manga, coco ralado, cenoura, cebola, ovos, carne....entre outros.
- Nossa, vó, que calor!!!!
- Quer tapioca?
- Não,. ta muito cedo
- Come vai..a vó quer te dar!!!
- Mas Vó, tomei café a pouco tempo...
-Não quero saber... Moça, faz uma tapioca pra ela, de leite condensado.
(pausa)
Mania de vó, achar que neto passa fome, e querer entuchar comida na gente, ne?!
-Ta muito boa.Quer uma pedaço?
-Brigada.
Enfim....papo vai, papo vem;....
a Vó diz:
- Você ta precisando de alguma coisa:
olha para um ladom olha para o outro
-Sim...de uma vassoura!!
- Nossa, você é muito esquisita. hehehe
- HAHAHA ta legal, vó.
- Pra que você quer uma vassoura?
???????
Para que serve uma vassoura?
Quem disse era pra limpar a casa?!?!?!
Por Tassiana Ghorayeb Resende - quem entendeu, entendeu... e eu limpo meu banheiro com a vassoura nova....ainda não é meu meio de transporte!
(pausa)
Definição de IDONEO:
1. idôneo
adj. Conveniente, próprio para alguma coisa. Capaz de exercer atos civis e políticos. Apto, capaz; adequado.
O profissional idôneo, correto, honesto, que conduz sua vida e seu trabalho dentro dos princípios legais e éticos, tem a seu favor a consideração, o apreço, a admiração e a confiança das pessoas.
(volta)
Tudo bem, concordo com ele, mas poooo William, se eu não colocasse para fora o que está aqui no meu coração e na minha cabeça, SOBRE O QUE PODERIA ESCREVER?
Entende? Entendem?
Espero que nada daquilo tenha prejudicado esse blog, tao querido, tao astuto, tao SINGULAR.
Agora assim... Aconteceu no sábado.
- Bom dia, vó. A senhora ja foi na feira hoje?
- Ainda não.
- Vamos? Eu vou com você!
Nossa, foi uma alegria para a senhora de 70 anos: passear na feira com a minha neta!!!!!
-Ta precisando de muita coisa, vó?
- Não, hoje é rapidinho, Só vou comprar bananas.
Tamanha a felicidade de sua avozinha, que as bananas, se tornaram tomates, pepinos, abacaxi, mamao, manga, coco ralado, cenoura, cebola, ovos, carne....entre outros.
- Nossa, vó, que calor!!!!
- Quer tapioca?
- Não,. ta muito cedo
- Come vai..a vó quer te dar!!!
- Mas Vó, tomei café a pouco tempo...
-Não quero saber... Moça, faz uma tapioca pra ela, de leite condensado.
(pausa)
Mania de vó, achar que neto passa fome, e querer entuchar comida na gente, ne?!
-Ta muito boa.Quer uma pedaço?
-Brigada.
Enfim....papo vai, papo vem;....
a Vó diz:
- Você ta precisando de alguma coisa:
olha para um ladom olha para o outro
-Sim...de uma vassoura!!
- Nossa, você é muito esquisita. hehehe
- HAHAHA ta legal, vó.
- Pra que você quer uma vassoura?
???????
Para que serve uma vassoura?
Quem disse era pra limpar a casa?!?!?!
Por Tassiana Ghorayeb Resende - quem entendeu, entendeu... e eu limpo meu banheiro com a vassoura nova....ainda não é meu meio de transporte!
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
RELATOS DE UMA MANHÃ
Tocou meu despertador.
Bom dia meus amores (meus cachorros), bom dia pai... Bom dia!
Como sempre, me programo para nao chegar atrasada em meus compromissos.
Tudo vinha correndo bem.
Até que me deparo com ela....SONIA - a professora muito doida (daria até pra virar desenho animado, super-herói, brinquedo, filme..sei la...)
Quando eu digo muito doida, é no sentido literal... Mas pouco me importa se a pessoa é doida, normal (ate pq so depende do ponto de vista), baixa, alta, sem dente, black power...
Me importo com RESPEITO entre os seres humanos.
Conversa vai, conversa vem.... BOOOOOOMMMMM
Explodi!
Me transformei em Sonia, com a propria Sonia.
NAAAAAAAAAAO, isso não pode acontecer.
Gente, eu perdi a linha.
Juro, nao aguento com a loucura dos outros, odeio que descontem em mim problemas que não tem nada a ver comigo....
Bati boca, tentei ser educada e só nao MANDEI A MERDA porque meus pais me educaram muito bem.... porque eu prefiro usar as palavras do que mandar AQUELE palavrao - por mais que as pessoas, as vezes, mereçam ouvir!!!!
E durante minha vida toda, SEMPRE tive respeito pelos professores, pois eles nos passam ensinamentos, conhecimentos, etc...
Mas perdi a linha!
Os motivos que me levaram a tal ponto, pouco importam aqui (pois nao suporto falta de consideração e respeito e nessa hora FODA-SE A TAL HIERARQUIA - claro, até porque nunca passei por cima de ninguem) BUT...
...e questão nesse momento é:
Agora que meus nervos voltaram a normalidade, irei eu, atras da professora, conversar como uma pessoa civilizada (que ela tb nao soube ser hoje cedo)? Finjo que nada aconteceu? Dou risada e vejo que somos todos estranhos e volúveis?
Ah, se eu me conheço, tenho certeza que irei conversar com essa mulher segunda-feira, e expor meu lado, e claro, compreender o dela.
O que voces acham?
Por Tassiana Ghorayeb Resende - atualmente na TPM, e agora se comportando normalmente.
Bom dia meus amores (meus cachorros), bom dia pai... Bom dia!
Como sempre, me programo para nao chegar atrasada em meus compromissos.
Tudo vinha correndo bem.
Até que me deparo com ela....SONIA - a professora muito doida (daria até pra virar desenho animado, super-herói, brinquedo, filme..sei la...)
Quando eu digo muito doida, é no sentido literal... Mas pouco me importa se a pessoa é doida, normal (ate pq so depende do ponto de vista), baixa, alta, sem dente, black power...
Me importo com RESPEITO entre os seres humanos.
Conversa vai, conversa vem.... BOOOOOOMMMMM
Explodi!
Me transformei em Sonia, com a propria Sonia.
NAAAAAAAAAAO, isso não pode acontecer.
Gente, eu perdi a linha.
Juro, nao aguento com a loucura dos outros, odeio que descontem em mim problemas que não tem nada a ver comigo....
Bati boca, tentei ser educada e só nao MANDEI A MERDA porque meus pais me educaram muito bem.... porque eu prefiro usar as palavras do que mandar AQUELE palavrao - por mais que as pessoas, as vezes, mereçam ouvir!!!!
E durante minha vida toda, SEMPRE tive respeito pelos professores, pois eles nos passam ensinamentos, conhecimentos, etc...
Mas perdi a linha!
Os motivos que me levaram a tal ponto, pouco importam aqui (pois nao suporto falta de consideração e respeito e nessa hora FODA-SE A TAL HIERARQUIA - claro, até porque nunca passei por cima de ninguem) BUT...
...e questão nesse momento é:
Agora que meus nervos voltaram a normalidade, irei eu, atras da professora, conversar como uma pessoa civilizada (que ela tb nao soube ser hoje cedo)? Finjo que nada aconteceu? Dou risada e vejo que somos todos estranhos e volúveis?
Ah, se eu me conheço, tenho certeza que irei conversar com essa mulher segunda-feira, e expor meu lado, e claro, compreender o dela.
O que voces acham?
Por Tassiana Ghorayeb Resende - atualmente na TPM, e agora se comportando normalmente.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
El Pirata de la Paulicéia (desvairada?)
Eu sei, andei devendo. Juro que pago.
"Estava jo andando por destas esquinas que se chamam solidão, com meu papagaio, el unico compañero. El pirata de la ciudad grande destemido andava em su crusada por dentre os cantos obscuros da alma. Dessas esquinas por onde ando, aonde vejo carros, principalmente barulhentos. Pessoas apressadas. Pessoas sorrindo, e pessoas chorando. Gente Nova e Gente Velha, todos debaixo do mesmo sol, e que seja dito de passagem. Que sol!!! Paro pra pensar em algo interessante. Jo, el pirata de la ciudad grande, em nada lembro, los caros hermanos de tempos atrás. Capitão Jack Sparrow e sua corja já não existem. E o por quê de um fenômeno tão absurdamente inexplicável?
A resposta vem em forma de pergunta. Segue aí, dois pontos.
O que é que os Piratas perseguiam?
Resposta pessoal do BBB: (dois pontos again)
Riqueza!!!
BINGO!
Eles apenas perseguiam a riqueza, agora, não sei vocês, mas eu não conheço nenhum pirata. Pelo menos não aqueles que tinham como único esporte a acumulação de cada vez mais riqueza. A perseguição insensata e infinita por mais e mais riqueza, acabou por acabar com os piratas. Durmam com esse barulho. Jack Sparrow também.
Pero Jo en mi crusada non ouso cometer los mismos erros, e por esso que sigo en frente, com mi compañero, El papagaio, e la unica riqueza que procuro é de la fonte infinita de lo Amor. Um beso para quien for de besos e uno abrasso para quen for de los abrassos. Lo Pirata de la Paulicéia se despede. Non se despe!..."
Hasta la vista Muchachos.
Até a Próxima
See you later Alligattor
Ass: William Biagioli
Primeiro Comandante de Aspirações a Qualquer Coisa do Batalhão dos Sem Nada pra fazer.
Tchau.
"Estava jo andando por destas esquinas que se chamam solidão, com meu papagaio, el unico compañero. El pirata de la ciudad grande destemido andava em su crusada por dentre os cantos obscuros da alma. Dessas esquinas por onde ando, aonde vejo carros, principalmente barulhentos. Pessoas apressadas. Pessoas sorrindo, e pessoas chorando. Gente Nova e Gente Velha, todos debaixo do mesmo sol, e que seja dito de passagem. Que sol!!! Paro pra pensar em algo interessante. Jo, el pirata de la ciudad grande, em nada lembro, los caros hermanos de tempos atrás. Capitão Jack Sparrow e sua corja já não existem. E o por quê de um fenômeno tão absurdamente inexplicável?
A resposta vem em forma de pergunta. Segue aí, dois pontos.
O que é que os Piratas perseguiam?
Resposta pessoal do BBB: (dois pontos again)
Riqueza!!!
BINGO!
Eles apenas perseguiam a riqueza, agora, não sei vocês, mas eu não conheço nenhum pirata. Pelo menos não aqueles que tinham como único esporte a acumulação de cada vez mais riqueza. A perseguição insensata e infinita por mais e mais riqueza, acabou por acabar com os piratas. Durmam com esse barulho. Jack Sparrow também.
Pero Jo en mi crusada non ouso cometer los mismos erros, e por esso que sigo en frente, com mi compañero, El papagaio, e la unica riqueza que procuro é de la fonte infinita de lo Amor. Um beso para quien for de besos e uno abrasso para quen for de los abrassos. Lo Pirata de la Paulicéia se despede. Non se despe!..."
Hasta la vista Muchachos.
Até a Próxima
See you later Alligattor
Ass: William Biagioli
Primeiro Comandante de Aspirações a Qualquer Coisa do Batalhão dos Sem Nada pra fazer.
Tchau.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
O QUE ENSINAREI PARA MEUS FILHOS,
Gente, ultimamente ando indignada com algumas coisas, alguns valores, algumas (muitas) atitudes.
Outro dia vim aqui para postar algo relacionado aos direitos humanos. (mas o blog nao funciona comigo – so quando ele quer)
É..... quando o governador do MT ou MS, (esqueci qual mato que era) deu ordem para policia atirar nos bandidos, quando perceberem que nao teria jeito – ou seja, que seriam atacados, sem dó nem piedade.
Ai apareceu uma senhora,DOS DIREITOS HUMANOS, metendo a boca no governador.“Isso eh um absurdo, como ele fala uma coisa dessas? Nao podemos aceitar uma atitude radical assim, o que é necessário fazer é um APAZIGUAMENTO entre as partes, entre policia e bandido.” O QUE? Ela acha que esta falando, ou melhor, lidando, com que tipo de gente?! Ok, ok, nao quero matar ninguem, mas se a autoridade do estado decretou TOLERÂNCIA ZERO, é porque a coisa devia estar GRAVE.
Por que os Direitos Humanos protegem as pessoas que nao se importam com os nosso direitos, nem com a vida, nem com a humanidade, nem com nenhum ser humano, ser vivo, sei la? Manda aquela senhora apaziguar, entao! Tolice!!!!! Se essas pessoas fossem o tipo de gente que se pode conversar, que sabem o que eh PAZ, com certeza nao sairiam por ai pegando em armas, atirando, roubando, matando, e deixando NÓS, OS CIDADÃOS DE BEM, sem o DIREITO de ir e vir!!!! Direitos Humanos para pessoas que nem se importam com esse termo, que nem dão valor a vida, que muito menos estão ligando se a ordem é atirar, ou matar.
Mas esse assunto era tópico de outro post. Nao quero ensinar para os meus filhos nada sobre a arte da guerra, ou da tentativa ridicula de PAZ entre partes que nao querem paz.
É sobre MENTIR, o que eu quero falar.
Tenho um conceito feito sobre isso: Mentir é a pior coisa que alguém pode fazer.
É negar você mesmo, é machucar ou ferir as pessoas conscientemente, é achar que todos são idiotas, é passar por cima da confiança que as pessoas depositam em você.
Que feio. Acho que o pior erro que alguém pode cometer é mentir.
Por pior que seja a verdade, é mais digno, é mais justo, é menos feio. Porque se sabia que era errado não devia ter feito, ou falado, ou isso ou aquilo, e pior ainda é se esconder atrás de uma máscara, como se nada tivesse acontecido.
Ter vergonha de assumir os proprios atos nos faz podres.
E mais ainda quando alguém descobre que vocÊ mentiu.
Você perde todos os méritos conquistados até então. As pessoas passam a ter sempre um pé atrás, desconfiam de tudo que você efz e faz.
Ainda não sei porque tem gente que prefere mentir.
Falta de caráter? Vergonha das próprias atitudes? Arrependimento?
Pra mim, nenhuma dessas opçoes justifica.
Ensinarei meus filhos a terem valores, e nunca passarem por cima deles. Respeitar as pessoas em sua totalidade, aceita-las com as diferenças, qualidades e defeitos, e se não as aceitar, não as prejudique. Não julgue. E muito menos MINTA.
Mais vale uma dura verdade, do que uma mentira bem contada.
Por Tassiana Ghorayb Resende – uma pessoa que descobriu algumas verdades esses dias.
Outro dia vim aqui para postar algo relacionado aos direitos humanos. (mas o blog nao funciona comigo – so quando ele quer)
É..... quando o governador do MT ou MS, (esqueci qual mato que era) deu ordem para policia atirar nos bandidos, quando perceberem que nao teria jeito – ou seja, que seriam atacados, sem dó nem piedade.
Ai apareceu uma senhora,DOS DIREITOS HUMANOS, metendo a boca no governador.“Isso eh um absurdo, como ele fala uma coisa dessas? Nao podemos aceitar uma atitude radical assim, o que é necessário fazer é um APAZIGUAMENTO entre as partes, entre policia e bandido.” O QUE? Ela acha que esta falando, ou melhor, lidando, com que tipo de gente?! Ok, ok, nao quero matar ninguem, mas se a autoridade do estado decretou TOLERÂNCIA ZERO, é porque a coisa devia estar GRAVE.
Por que os Direitos Humanos protegem as pessoas que nao se importam com os nosso direitos, nem com a vida, nem com a humanidade, nem com nenhum ser humano, ser vivo, sei la? Manda aquela senhora apaziguar, entao! Tolice!!!!! Se essas pessoas fossem o tipo de gente que se pode conversar, que sabem o que eh PAZ, com certeza nao sairiam por ai pegando em armas, atirando, roubando, matando, e deixando NÓS, OS CIDADÃOS DE BEM, sem o DIREITO de ir e vir!!!! Direitos Humanos para pessoas que nem se importam com esse termo, que nem dão valor a vida, que muito menos estão ligando se a ordem é atirar, ou matar.
Mas esse assunto era tópico de outro post. Nao quero ensinar para os meus filhos nada sobre a arte da guerra, ou da tentativa ridicula de PAZ entre partes que nao querem paz.
É sobre MENTIR, o que eu quero falar.
Tenho um conceito feito sobre isso: Mentir é a pior coisa que alguém pode fazer.
É negar você mesmo, é machucar ou ferir as pessoas conscientemente, é achar que todos são idiotas, é passar por cima da confiança que as pessoas depositam em você.
Que feio. Acho que o pior erro que alguém pode cometer é mentir.
Por pior que seja a verdade, é mais digno, é mais justo, é menos feio. Porque se sabia que era errado não devia ter feito, ou falado, ou isso ou aquilo, e pior ainda é se esconder atrás de uma máscara, como se nada tivesse acontecido.
Ter vergonha de assumir os proprios atos nos faz podres.
E mais ainda quando alguém descobre que vocÊ mentiu.
Você perde todos os méritos conquistados até então. As pessoas passam a ter sempre um pé atrás, desconfiam de tudo que você efz e faz.
Ainda não sei porque tem gente que prefere mentir.
Falta de caráter? Vergonha das próprias atitudes? Arrependimento?
Pra mim, nenhuma dessas opçoes justifica.
Ensinarei meus filhos a terem valores, e nunca passarem por cima deles. Respeitar as pessoas em sua totalidade, aceita-las com as diferenças, qualidades e defeitos, e se não as aceitar, não as prejudique. Não julgue. E muito menos MINTA.
Mais vale uma dura verdade, do que uma mentira bem contada.
Por Tassiana Ghorayb Resende – uma pessoa que descobriu algumas verdades esses dias.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Mas ooooo!!!
‘Help, I need somebody. Help! Not just anybody. Help! You know, I nee’
Foi com um tapa, quase raivoso, ou talvez completamente raivoso, que Mari interrompeu a programação da rádio. Obviamente outros ouvintes, em outros lugares, continuariam ouvindo os quatro rapazes de Liverpool, mas naquele quarto tal música havia completado sua missão: acordar o casal.
O casal em questão é composto, não por acaso, de duas pessoas. Como o leitor já deve ter desconfiado, Mari é uma dessas duas pessoas, e a não ser que ela tenha enganado Deus e o mundo, ela é a mulher do casal. A outra pessoa é seu marido, também conhecido como Alê, chamado por Mari de ‘meu bem’, e cujo nome é Alexandre Gajardo, embora seu sobrenome não venha ao caso.
Levou dois meses para que Alexandre conseguisse ter sua primeira conversa com Mari. Ele a fitava sempre, disfarçadamente, mas não tinha coragem para um approach. Naquela época, ele tinha 23 anos, o que já deveria ser idade o bastante para um homem não ter medo de tomar a iniciativa. Mas não era o caso, e foi isso que encantou ela, Mari, então com 20. Namoraram por dois anos e meio, e então noivaram, como manda o figurino. Mais dois anos de noivado e enfim o relacionamento foi oficializado, com um belo e festivo casamento, como também manda o figurino, num hotel-fazenda próximo da cidade. A propósito, o figurino da noiva, com véu e grinalda, serviu apenas para confirmar o disfarce de ‘virgem pura e inocente’ que ela havia inventado e levava com estrema maestria, enganando os pais dela, os pais dele, e todo mundo que não a conhecesse. Vale dizer que logo nas primeiras semanas de namoro Mari havia se revelado uma hábil e criativa amante no coito, enquanto Alexandre demonstrava ser apenas um coitado.
A cerimônia não foi o que podemos chamar de ‘apenas mais um casamento’. Ela marcou a vida de praticamente todos os presentes, não apenas pela fartura alimentícia, nem pelos barris de cerveja, uísque e outras bebidas destiladas, nem pela ótima qualidade do hotel fazenda que abrigou a todos os convidados, mas principalmente por um pequeno descuido do buffet contratado que acabou desenvolvendo uma nova espécie de salmonela em suas maioneses, ocasionando um desarranjo coletivo nos presentes, várias ambulâncias chamadas às pressas e algumas manchetes nos jornais da cidade. O casal, porém, não sofreu com a bactéria, e também nem poderia: estavam no quarto tendo a primeira relação sexual após o casamento. Era, também, a primeira relação sexual naquela posição já registrada na história do homem após o falecimento de Cleópatra, ou seja, nos anos D.C.
Quando os pombinhos saíram do ninho de amor e apareceram no belo gramado do hotel-fazenda, viram homens e mulheres correndo desesperadamente em sua direção. Os dois acharam que todos queriam lhes abraçar e dar os parabéns, mas na verdade todo mundo passou direto por eles, indo de encontro aos seus respectivos quartos e congestionando assim o sistema de esgoto do hotel. O casal viu também uma porção de pessoas rolando no chão, com dores terríveis no estomago, e, bem, mais uma porção de escatologia que não vem ao caso falar para não ofender a bela decoração branca do local.
Depois desse dia histórico, passou-se redondamente três anos e pouco até o dia de hoje, o dia em que Mari esmagou os Beatles no rádio-relógio. Nesse tempo todo, desde o dia em que se conheceram até agora, a única decepção que Alexandre teve com ela foi descobrir, alguns dias após começarem a namorar, que o nome dela não era Mariana, como ele havia imaginado, mas sim Mari...Mari...Mariiii...argh!, não dá pra dizer esse nome horrível! Hei, hei! Me larga! Me solta! Pára!
Interrompemos a narração desse texto para uma troca imprevista de narrador. O narrador a seguir não é lá grande coisa, mas é o que deu pra contratar. Ele aceitou ter seu salário diminuído caso não tivesse que falar o nome Mari..., bem, caso não tivesse que falar o nome verdadeiro de Mari. Continuaremos com a narração.
Bem, como a história ia dizendo, Alexandre teve apenas uma decepção com Mari ao longo de todo o relacionamento. Com a justificável, esperada e ética atitude do narrador anterior, o barato da história foi cortado ao meio. Portanto, vamos terminar o texto aqui e começar outro, outro dia.
Ricardo Schneider, dizendo besteiras para não calar bobagens, em algum lugar do tempo-espaço conhecendo pessoas interessantes. Fui!
Foi com um tapa, quase raivoso, ou talvez completamente raivoso, que Mari interrompeu a programação da rádio. Obviamente outros ouvintes, em outros lugares, continuariam ouvindo os quatro rapazes de Liverpool, mas naquele quarto tal música havia completado sua missão: acordar o casal.
O casal em questão é composto, não por acaso, de duas pessoas. Como o leitor já deve ter desconfiado, Mari é uma dessas duas pessoas, e a não ser que ela tenha enganado Deus e o mundo, ela é a mulher do casal. A outra pessoa é seu marido, também conhecido como Alê, chamado por Mari de ‘meu bem’, e cujo nome é Alexandre Gajardo, embora seu sobrenome não venha ao caso.
Levou dois meses para que Alexandre conseguisse ter sua primeira conversa com Mari. Ele a fitava sempre, disfarçadamente, mas não tinha coragem para um approach. Naquela época, ele tinha 23 anos, o que já deveria ser idade o bastante para um homem não ter medo de tomar a iniciativa. Mas não era o caso, e foi isso que encantou ela, Mari, então com 20. Namoraram por dois anos e meio, e então noivaram, como manda o figurino. Mais dois anos de noivado e enfim o relacionamento foi oficializado, com um belo e festivo casamento, como também manda o figurino, num hotel-fazenda próximo da cidade. A propósito, o figurino da noiva, com véu e grinalda, serviu apenas para confirmar o disfarce de ‘virgem pura e inocente’ que ela havia inventado e levava com estrema maestria, enganando os pais dela, os pais dele, e todo mundo que não a conhecesse. Vale dizer que logo nas primeiras semanas de namoro Mari havia se revelado uma hábil e criativa amante no coito, enquanto Alexandre demonstrava ser apenas um coitado.
A cerimônia não foi o que podemos chamar de ‘apenas mais um casamento’. Ela marcou a vida de praticamente todos os presentes, não apenas pela fartura alimentícia, nem pelos barris de cerveja, uísque e outras bebidas destiladas, nem pela ótima qualidade do hotel fazenda que abrigou a todos os convidados, mas principalmente por um pequeno descuido do buffet contratado que acabou desenvolvendo uma nova espécie de salmonela em suas maioneses, ocasionando um desarranjo coletivo nos presentes, várias ambulâncias chamadas às pressas e algumas manchetes nos jornais da cidade. O casal, porém, não sofreu com a bactéria, e também nem poderia: estavam no quarto tendo a primeira relação sexual após o casamento. Era, também, a primeira relação sexual naquela posição já registrada na história do homem após o falecimento de Cleópatra, ou seja, nos anos D.C.
Quando os pombinhos saíram do ninho de amor e apareceram no belo gramado do hotel-fazenda, viram homens e mulheres correndo desesperadamente em sua direção. Os dois acharam que todos queriam lhes abraçar e dar os parabéns, mas na verdade todo mundo passou direto por eles, indo de encontro aos seus respectivos quartos e congestionando assim o sistema de esgoto do hotel. O casal viu também uma porção de pessoas rolando no chão, com dores terríveis no estomago, e, bem, mais uma porção de escatologia que não vem ao caso falar para não ofender a bela decoração branca do local.
Depois desse dia histórico, passou-se redondamente três anos e pouco até o dia de hoje, o dia em que Mari esmagou os Beatles no rádio-relógio. Nesse tempo todo, desde o dia em que se conheceram até agora, a única decepção que Alexandre teve com ela foi descobrir, alguns dias após começarem a namorar, que o nome dela não era Mariana, como ele havia imaginado, mas sim Mari...Mari...Mariiii...argh!, não dá pra dizer esse nome horrível! Hei, hei! Me larga! Me solta! Pára!
Interrompemos a narração desse texto para uma troca imprevista de narrador. O narrador a seguir não é lá grande coisa, mas é o que deu pra contratar. Ele aceitou ter seu salário diminuído caso não tivesse que falar o nome Mari..., bem, caso não tivesse que falar o nome verdadeiro de Mari. Continuaremos com a narração.
Bem, como a história ia dizendo, Alexandre teve apenas uma decepção com Mari ao longo de todo o relacionamento. Com a justificável, esperada e ética atitude do narrador anterior, o barato da história foi cortado ao meio. Portanto, vamos terminar o texto aqui e começar outro, outro dia.
Ricardo Schneider, dizendo besteiras para não calar bobagens, em algum lugar do tempo-espaço conhecendo pessoas interessantes. Fui!
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Descreva seu ultimo sonho
Pra começar, peço desculpas por tamanha ausencia.
Os motivos nao interessam, porém me desculpem.
Como o título manda descreverei meu sonho - nao sei se foi o último, mas foi o que mais me marocu nessa semana.
"(vou começar com aspas para voces saberem onde o sonho começa e termina)
Eu estava andando, em algum lugar que desconheço, tentando achar o caminho de volta pra casa. Mas eu - enquanto estive sonhando - não me via como uma 3º pessoa, mas via apenas o que meus olhos veem, como se eu estivesse la mesmo. Andando, andando, andando... Passando por lugares que nunca vi, por pessoas que nunca imaginei que existissem... Tudo normal.
Sons, passos, risadas, música..... Continuei andando...lembro que parecia que eu andava a horas, mas estava tudo bem.
Me recordo que depois de tanto tempo pra lá e pra cá, passei por um lugar identico a minha sala da 2º série primária.
Entrei, mas não era minha sala da 2º série. Era estranho... era como se fosse um salão de festas de prédio, mas MUITO grande.
Comecei a ver flores, muitas delas, e não havia ninguém! Continuei andando, e as flores aumentavam... havia um caixão ali. Um velório.
Mas nada que me desse medo, ou fosse sinistro... Pela primeira vez, não era ruim.
Continuei meu caminho... olhei para o caixão e passei - não vi quem estava la.
De repente, quando sai desse recinto, apareceu uma menina.
Jovem, tinha no máximo 20 anos. Magriiiiinha. Pele branca, cabelos castanhos (lisos) embaixo do obro, b em cortadinho, com franja. Usava uma blusa vermelha de manga cumprida, uma calça jeans bem escura (mas não preta) e batom vermelho - era bem bonitinha.
Essa menina colocou a mao na minha frente. Estendida, como que se esperando um aperto. Esquivei, mas ela insistiu. Veio atrás e lá estava a maozona diante dos meus olhos.
Não a apertei. Mas dessa vez perguntei:
- O que é isso??
- Calma - toda simpatica, feliz - é que agora eu posso apertar a mão dos outros.
- Como assim?
- É que assim...eu me matei, eu morri, e aí eu não podia tocar em ninguém, mas agora eu posso. Eles deixaram. Me da um abraço.
Eu, sem o menor medo do mundo, abracei a menina. Dei um abraço muito forte nela.
Acordei."
(normalmente acordaria tremendo de medo, mas não. Estava me sentindo ótima. Não foi tenso, não foi sinistro....era natural)
Quando acordei, ja pela manha, jurava que tinha conhecido alguém. Alguém que me pediu um abraço e eu dei.
Foi um sonho real.... mas nao quis perguntar o nome da menina, nem o porque ela tinha feito aquilo. So sei que acordei leve, e feliz.
Muitas pessoas nao acreditam, mas muitos sonhos trazem informações que nem sempre são recalque - me desculpe Freud, não estou, nem de longe, negando seus estudos, ou dizendo que nao são válidos, - mas por várias vezes eu posso garantir, que sonhos as vezes são muito mais que nosso subconsciente. Não precisa acreditar, mas meu sexto sentido chegou quando eu tinha 2 anos. E ainda não foi embora
Por Tassiana Resende, escuto, vejo e sonhos.....
Os motivos nao interessam, porém me desculpem.
Como o título manda descreverei meu sonho - nao sei se foi o último, mas foi o que mais me marocu nessa semana.
"(vou começar com aspas para voces saberem onde o sonho começa e termina)
Eu estava andando, em algum lugar que desconheço, tentando achar o caminho de volta pra casa. Mas eu - enquanto estive sonhando - não me via como uma 3º pessoa, mas via apenas o que meus olhos veem, como se eu estivesse la mesmo. Andando, andando, andando... Passando por lugares que nunca vi, por pessoas que nunca imaginei que existissem... Tudo normal.
Sons, passos, risadas, música..... Continuei andando...lembro que parecia que eu andava a horas, mas estava tudo bem.
Me recordo que depois de tanto tempo pra lá e pra cá, passei por um lugar identico a minha sala da 2º série primária.
Entrei, mas não era minha sala da 2º série. Era estranho... era como se fosse um salão de festas de prédio, mas MUITO grande.
Comecei a ver flores, muitas delas, e não havia ninguém! Continuei andando, e as flores aumentavam... havia um caixão ali. Um velório.
Mas nada que me desse medo, ou fosse sinistro... Pela primeira vez, não era ruim.
Continuei meu caminho... olhei para o caixão e passei - não vi quem estava la.
De repente, quando sai desse recinto, apareceu uma menina.
Jovem, tinha no máximo 20 anos. Magriiiiinha. Pele branca, cabelos castanhos (lisos) embaixo do obro, b em cortadinho, com franja. Usava uma blusa vermelha de manga cumprida, uma calça jeans bem escura (mas não preta) e batom vermelho - era bem bonitinha.
Essa menina colocou a mao na minha frente. Estendida, como que se esperando um aperto. Esquivei, mas ela insistiu. Veio atrás e lá estava a maozona diante dos meus olhos.
Não a apertei. Mas dessa vez perguntei:
- O que é isso??
- Calma - toda simpatica, feliz - é que agora eu posso apertar a mão dos outros.
- Como assim?
- É que assim...eu me matei, eu morri, e aí eu não podia tocar em ninguém, mas agora eu posso. Eles deixaram. Me da um abraço.
Eu, sem o menor medo do mundo, abracei a menina. Dei um abraço muito forte nela.
Acordei."
(normalmente acordaria tremendo de medo, mas não. Estava me sentindo ótima. Não foi tenso, não foi sinistro....era natural)
Quando acordei, ja pela manha, jurava que tinha conhecido alguém. Alguém que me pediu um abraço e eu dei.
Foi um sonho real.... mas nao quis perguntar o nome da menina, nem o porque ela tinha feito aquilo. So sei que acordei leve, e feliz.
Muitas pessoas nao acreditam, mas muitos sonhos trazem informações que nem sempre são recalque - me desculpe Freud, não estou, nem de longe, negando seus estudos, ou dizendo que nao são válidos, - mas por várias vezes eu posso garantir, que sonhos as vezes são muito mais que nosso subconsciente. Não precisa acreditar, mas meu sexto sentido chegou quando eu tinha 2 anos. E ainda não foi embora
Por Tassiana Resende, escuto, vejo e sonhos.....
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Tambor d'alma
Um dia você acorda e percebe que não virou uma barata. E talvez seja esse o problema, visto o estado deplorável em que se encontra. Olha para as paredes como se elas pudessem resolver o problema fazendo o que melhor fazem, trancando-nos em um quarto mal iluminado pela luz do dia. Toim, toim, toim! A cabeça não para de martelar a lembrança de ontem à noite. Lembrança ou o que restou dela. Memória alcoólica é assim mesmo, sempre falha. Confiável como uma...como uma...sei lá. Difícil confiar em alguém hoje em dia. Eu queria mesmo é ter asas. Poder sair voando por aí. Flanar é bom, mas o chão é duro. O ar não. O ar é bom. Eu gosto dele. Eu gosto de outras coisas também. Mulher. Gosto de mulher. Gosto bastante, inclusive. Bebida também gosto. E, modéstia parte, mando bem. O problema da bebida é que ela sai do corpo, e vai embora levando a alucinação ralo abaixo. Deixa só a amnésia, e essa dor insuportável na cabeça. Toim, toim, toim! Tem um esgoto aqui por perto. Arroio, esgoto, sei lá, tudo a mesma bosta, literalmente. Fede, e não é pouco. Essa janela aberta não colabora muito com minhas narinas. Ainda sinto vontade de vomitar. Talvez seja o cheiro. Ontem eu sentia o mesmo entre uma dose de uísque, caipirinha, cerveja e sei lá mais o qu’eu bebi. Toim, toim, toim! Tudo está tão quieto. Só essa batida infernal dentro da minha cabeça. Toim, toim, toim!
Que ótimo, agora o sol resolveu invadir meu travesseiro. Toim, toim, toim! Viro pro lado. Maldita claridade. E esse calor. Deve ser tarde. E deve ser domingo. Se for domingo eu vou...como é mesmo o nome dela? Eu vou ver aquela morena. Dela eu lembro. Difícil esquecer uma morena de olhos claros. Ainda mais quando ela está dançando em cima da mesa do bar. Se hoje for domingo vou fazer uma visitinha. O foda é que meu calendário não acompanha esse calendário gregoriano. Meu calendário não tem grade fixa. Um dia pode ser terça, o outro sábado e então segunda. Tudo depende. Depende do que? Depende de mim. É, hoje é domingo. Vou visitá-la. Toim, toim, toim!
A cabeça já não dói tanto. Lembrar dela me fez sentir melhor. Só sinto calor. E agora uma vontade desgraçada de cagar. É esse cheiro. Toim, toim, toim! Que merda é essa? Já nem sinto dor e fica esse barulho no meu cérebro. A não ser que seja...droga! É o despertador. Que péssimo modo pra acordar. O problema dos despertadores é que se eles não nos acordam, eles nos matam aos poucos. Acordar num domingo com o despertador não vale a pena e dá muito trabalho. Mas é domingo só pra mim, pelo jeito. E pelo jeito, a não ser que o mundo resolva viver a vida na maior curtição, eu vou ter que trabalhar. E o pior: tô atrasado. Droga. Queria ter asas. Queria ter asas pra não precisar enfrentar a rua logo de manhã. E chegar mais rápido onde quer que eu fosse. Um dia você acorda e percebe que não virou uma barata. E percebe que é esse o problema.
Ricardo Schneider, aprendendo com os erros e às vezes acertando em cheio, voltando aos poucos, 25 de janeiro de 2008
Que ótimo, agora o sol resolveu invadir meu travesseiro. Toim, toim, toim! Viro pro lado. Maldita claridade. E esse calor. Deve ser tarde. E deve ser domingo. Se for domingo eu vou...como é mesmo o nome dela? Eu vou ver aquela morena. Dela eu lembro. Difícil esquecer uma morena de olhos claros. Ainda mais quando ela está dançando em cima da mesa do bar. Se hoje for domingo vou fazer uma visitinha. O foda é que meu calendário não acompanha esse calendário gregoriano. Meu calendário não tem grade fixa. Um dia pode ser terça, o outro sábado e então segunda. Tudo depende. Depende do que? Depende de mim. É, hoje é domingo. Vou visitá-la. Toim, toim, toim!
A cabeça já não dói tanto. Lembrar dela me fez sentir melhor. Só sinto calor. E agora uma vontade desgraçada de cagar. É esse cheiro. Toim, toim, toim! Que merda é essa? Já nem sinto dor e fica esse barulho no meu cérebro. A não ser que seja...droga! É o despertador. Que péssimo modo pra acordar. O problema dos despertadores é que se eles não nos acordam, eles nos matam aos poucos. Acordar num domingo com o despertador não vale a pena e dá muito trabalho. Mas é domingo só pra mim, pelo jeito. E pelo jeito, a não ser que o mundo resolva viver a vida na maior curtição, eu vou ter que trabalhar. E o pior: tô atrasado. Droga. Queria ter asas. Queria ter asas pra não precisar enfrentar a rua logo de manhã. E chegar mais rápido onde quer que eu fosse. Um dia você acorda e percebe que não virou uma barata. E percebe que é esse o problema.
Ricardo Schneider, aprendendo com os erros e às vezes acertando em cheio, voltando aos poucos, 25 de janeiro de 2008
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Donde foram parar las palavras???
Aonde foram parar as palavras?
E as letras?
quer dizer que vai ser assim?
Eu sugiro que voltem a ser escritos textos.
Eu sugiro a mim mesmo que eu volte a fazer isso.
E eu digo a minha sugestao que espere um pouco, eu hei de voltar a hacier textos.
Mas eu ainda me pergunto, aonde foram parar as palavras...?
Mind the Gap e siga em frente.
Abrassos, em menos de duas semanas eu to de volta ao Brasil, o pais do Faturo.
Ate uma proxima, e que a maldita e esquisita forssa esteja com voces.
Ass: William Biagioli
Idade: 20 anos
Profission: N/A
Data: 22/do mes Janeiro/ De dois mil e oito.
E as letras?
quer dizer que vai ser assim?
Eu sugiro que voltem a ser escritos textos.
Eu sugiro a mim mesmo que eu volte a fazer isso.
E eu digo a minha sugestao que espere um pouco, eu hei de voltar a hacier textos.
Mas eu ainda me pergunto, aonde foram parar as palavras...?
Mind the Gap e siga em frente.
Abrassos, em menos de duas semanas eu to de volta ao Brasil, o pais do Faturo.
Ate uma proxima, e que a maldita e esquisita forssa esteja com voces.
Ass: William Biagioli
Idade: 20 anos
Profission: N/A
Data: 22/do mes Janeiro/ De dois mil e oito.
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